CPI dos Respiradores mais uma rodada de depoimentos na CPI
Em mais uma rodada de depoimentos na CPI, os deputados ouviram os servidores José Florêncio da Rocha e Débora Brum sobre os detalhes da compra dos 200 respiradores pelo governo catarinense ao custo de R$ 33 milhões. "Eu não tinha como não fazer". Declarou Florêncio, coordenador do Fundo Estadual da Saúde, sobre o pagamento antecipado dos respiradores. Ele repetiu várias vezes que a sua área não tratou dos detalhes da aquisição, apenas da liberação do pagamento após a homologação da nota fiscal que, segundo ele, foi efetuada por Márcia Geremias Pauli, então superintendente de gestão administrativa da Secretaria de Estado da Saúde (SES).
A servidora Débora Brum explicou aos deputados que, conforme instruções internas da SES, o pagamento de R$ 33 milhões só poderia ser feito mediante a assinatura digital, com uso de senha pessoal e intransferível, da então superintendente Marcia Pauli nas duas notas fiscais encaminhadas pela Veigamed. “Em relação a autorização de pagamento, ela se deu mediante assinatura da Marcia nas notas fiscais", disse Débora.

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