Tomazini Faz novas revelações sobre o processo administrativo o qual foi condenado
Recentemente o Sr Magno divulgou extensa nota de esclarecimento, na qual tentou justificar que a minha demissão (e consequente tentativa de eliminar adversário direto da próxima eleição) seria uma “coincidência” e que o prefeito teria “apenas acatado” parecer de uma comissão de “servidores concursados e isentos”. Tal comissão, formada pelos Srs IVAN CLASEN SCHLINDWEIN, VERA LUCIA FEDALTO e MILTON SANOCKI, seria assim a fiadora de que não ocorreu indecências (2ªs intenções) na prefeitura. Pois o escudo na verdade é fraco.
Nos últimos dias, minha equipe jurídica, além de protocolar recurso contra a demissão, ajuizou oito processos para levar a discussão do caso para o campo neutro da Justiça. Algumas destas ações visam investigar, pasmem, indícios de desvio de interesse por parte de: IVAN, VERA e MILTON. Meus advogados pediram que a justiça tome depoimento e investigue tais servidores sobre algumas estranhezas, como:
1) indícios de recebimento pelo presidente IVAN de vantagens quase dobrando seu salário (a prefeitura teria pago para Ivan uma bolada em torno de R$ 36.000,00 por meio de horas extras habituais e gratificações, apenas recentemente);
2) vazamento comprovado de informações e violação de sigilo;
3) emissão comprovada de prejulgamento;
4) filiação e vinculação partidária de membros da comissão ao partido do prefeito;
5) cumulação de funções e prática de advocacia privada por membro;
6) Seletividade e conivência da comissão que deixou de abrir processo contra o Secretário, Manuel Del Olmo, por descumprimento de jornada e pelo episódio do “fura fila”.
Enfim, há muitas suspeitas sobre a tal comissão, nomeada e escolhida pelo prefeito. Mas vamos em frente! Continuo acreditando que muito em breve o Poder Judiciário deverá remediar e curar o que estiver errado.
ANTONIO TOMAZINI,

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